Sinopse:
“Bom Coração, Boa Mente” explora as dez pāramī (perfeições), um conjunto de qualidades essenciais para a vida leiga, visando a genuína bondade e a felicidade duradoura. Baseado em ensinamentos do Cânone Páli e da Tradição da Floresta Tailandesa, o livro destaca a importância de treinar citta (mente-coração).
Esta obra propõe que o bom coração, resoluto, bem-intencionado, e a boa mente, sábia, discernidora, são interdependentes, e seu desenvolvimento conjunto, através de esforço hábil, leva à verdadeira felicidade.
As pāramī (perfeições) — como generosidade, virtude, discernimento e boa vontade — são organizadas em torno das adhiṭṭhāna (“quatro determinações”), oferecendo uma estrutura coerente para a prática.
O guia enfatiza que a felicidade autêntica não depende de condições externas, mas sim de ações intencionais e conscientes que visam transcender dukkha (sofrimento) e alcançar o nibbāna (iluminação).
É um convite para uma vida de propósito e constante aprimoramento interior.

Ṭhānissaro Bhikkhu

Nascido como Geoffrey DeGraff em 1949, Ṭhānissaro Bhikkhu descobriu o budismo na juventude; e após se formar em História Intelectual Europeia, viajou para a Tailândia, onde encontrou seu mestre, Ajahn Fuang Jotiko.
DeGraff se ordenou monge na Tradição da Floresta Tailandesa, prometendo se dedicar totalmente à meditação.
Em 1991, a pedido de Ajahn Suwat Suvaco, ele ajudou a fundar o Metta Forest Monastery na Califórnia, tornando-se seu abade em 1993.
Ṭhānissaro Bhikkhu foi o primeiro monge não-tailandês nascido nos EUA a receber o título de Upajjhaya (Preceptor) na Ordem Dhammayut, desempenhando um papel fundamental no estabelecimento da Tradição da Floresta no Ocidente.


