Escolhendo um Bom Caminho

Sinopse:

“Escolhendo Um Bom Caminho”, de Thanissaro Bhikkhu, explora o Nobre Caminho Óctuplo, o ensinamento fundamental do Buda para a liberdade mental total. As Quatro Nobres Verdades são o alicerce, revelando que o dukkha (sofrimento) é uma atividade autoimposta, resultante do apego (alimentar-se) aos cinco agregados (forma, sensação, percepção, fabricação mental e consciência) e do anseio (desejo) que leva ao devir (assumir uma identidade em um mundo de experiência).

O caminho enfatiza o livre-arbítrio e a importância de intenções hábeis (escolhas conscientes). Qualidades como honestidade, cautela e saṁvega (desânimo ou urgência de escapar) são essenciais. A prática de sila (moralidade, virtude) e da renúncia é terapêutica, purificando a mente e fortalecendo a auto-estima.

A meditação budista integra samatha (tranquilidade) e vipassanā (visão clara), desenvolvidas juntas através da ānāpānasati (atenção plena na respiração) para alcançar jhāna (absorção mental) e, consequentemente, insight (discernimento) libertador. A mindfulness (presença mental) tem um papel ativo em distinguir o hábil do inábil. O objetivo é virāga (despaixão) pelo desejo, culminando no Nibbana (libertação), um estado não fabricado, de paz e desprendimento de todo o sofrimento.

capa: Escolhendo Um Bom Caminho

Ṭhānissaro Bhikkhu

Nascido como Geoffrey DeGraff em 1949, Ṭhānissaro Bhikkhu descobriu o budismo na juventude; e após se formar em História Intelectual Europeia, viajou para a Tailândia, onde encontrou seu mestre, Ajahn Fuang Jotiko.

DeGraff se ordenou monge na Tradição da Floresta Tailandesa, prometendo se dedicar totalmente à meditação.

Em 1991, a pedido de Ajahn Suwat Suvaco, ele ajudou a fundar o Metta Forest Monastery na Califórnia, tornando-se seu abade em 1993.

Ṭhānissaro Bhikkhu foi o primeiro monge não-tailandês nascido nos EUA a receber o título de Upajjhaya (Preceptor) na Ordem Dhammayut, desempenhando um papel fundamental no estabelecimento da Tradição da Floresta no Ocidente.