Sinopse:
“Todos Nós Assediados Pelo Envelhecimento, Morte e Nascimento”, oferece uma exploração aprofundada dos ensinamentos budistas, particularmente focada na compreensão e superação de dukkha, o sofrimento ou insatisfação inerente à existência.
Através de capítulos como “Aceitando a Si Mesmo” e “Para Controlar a própria Mente”, Ayya Khema guia o leitor por conceitos essenciais como renúncia, isolamento mental e a importância da atenção plena, demonstrando como a purificação interior e o desapego são caminhos para a paz.
A obra também discute as tendências subjacentes que mantêm os seres presos ao ciclo de sofrimento e apresenta a figura de Ayya Khema como exemplo e inspiração, descrevendo sua notável trajetória de vida e suas contribuições para o renascimento do monasticismo feminino no budismo Theravada.
O objetivo central é conduzir o praticante à realização da verdade e à libertação por meio da experiência pessoal do Dhamma.

Ayya Khema

Ayya Khema, nascida em 1923 em Ilse Kussel em Berlim, foi a primeira mulher ocidental a se tornar monja Theravada, inspirando o renascimento do monasticismo feminino budista moderno.
Sua vida foi marcada por aventuras extraordinárias: fugiu da Alemanha nazista aos 15 anos, sobreviveu à invasão japonesa da China em campo de prisioneiros (onde perdeu o pai), viveu como dona de casa em Los Angeles, viajou pelo Amazonas, estudou na Bolívia, construiu usina no Paquistão e estabeleceu fazenda orgânica na Austrália.
Aos 40 anos iniciou sua busca espiritual na Índia, ordenando-se monja no Sri Lanka em 1979. Fundou monastérios na Austrália e Alemanha, estabeleceu centros de treinamento para monjas no Sri Lanka e dirigiu o Buddha-Haus alemão.
Pioneira histórica, organizou em 1987 a primeira conferência internacional de monjas budistas, criando a Sakyadhita. Foi a primeira monja budista a discursar na ONU sobre paz mundial.
Autora de 25 livros traduzidos em sete idiomas, recebeu o Christmas Humphreys Memorial Award em 1988. Faleceu de câncer em novembro de 1997 na Alemanha.


