Sinopse:
“Presença Mental Na Respiração e Eu e Não-eu” explora a profunda conexão entre os ensinamentos do Buda sobre Anattā (“Eu” e Não-eu”) e Anapanasati (meditação da respiração).
Contrário a interpretações comuns, o Buda não negou a existência do eu, focando em como usá-lo habilmente. Ele ensina que a noção de eu é uma estratégia para buscar a felicidade, manifestando-se como “eu agente”, “eu consumidor” e “eu comentarista”.
O ensinamento de “não-eu” não significa inação; é prejudicial supor que não há poder de arbítrio. O Buda enfatiza o kamma (“poder de ação”) incentivando a responsabilidade pelas escolhas. A meditação da respiração de 16 passos é um exemplo prático, usando a mente para moldar a experiência, gerando tranquilidade e insight.
O objetivo é treinar um “eu hábil” que compreende as fabricações mentais e, eventualmente, abandona ambos “eu” e “não-eu” para alcançar nibbāna (felicidade incondicionada), a liberdade total do sofrimento.

Ṭhānissaro Bhikkhu

Nascido como Geoffrey DeGraff em 1949, Ṭhānissaro Bhikkhu descobriu o budismo na juventude; e após se formar em História Intelectual Europeia, viajou para a Tailândia, onde encontrou seu mestre, Ajahn Fuang Jotiko.
DeGraff se ordenou monge na Tradição da Floresta Tailandesa, prometendo se dedicar totalmente à meditação.
Em 1991, a pedido de Ajahn Suwat Suvaco, ele ajudou a fundar o Metta Forest Monastery na Califórnia, tornando-se seu abade em 1993.
Ṭhānissaro Bhikkhu foi o primeiro monge não-tailandês nascido nos EUA a receber o título de Upajjhaya (Preceptor) na Ordem Dhammayut, desempenhando um papel fundamental no estabelecimento da Tradição da Floresta no Ocidente.


